Quem paga a taxa da máquina de cartão?

Para quem tem ou deseja comprar uma máquina de cartão, compreender as diversas taxas associadas ao seu uso é fundamental.

Essas taxas podem afetar diretamente a lucratividade do seu negócio e a satisfação do cliente.

Neste artigo, vamos responder uma dúvida muito comum sobre quem paga a taxa da maquininha, se possível repassar ela para o cliente ou não. Confira!

Afinal, quem paga a taxa de máquina de cartão?

Quem paga a taxa da máquina de cartão de crédito

Na prática, a taxa da máquina de cartão é geralmente arcada pelo comerciante.

Contudo, alguns optam por repassar essas taxas para o cliente, adicionando um custo extra sobre as compras feitas com cartão.

Esse método pode ser adotado como estratégia para cobrir os custos operacionais das transações com cartão, mas é crucial que o comerciante comunique claramente essa política aos clientes para evitar surpresas desagradáveis no momento do pagamento.

Quando um comerciante decide repassar as taxas da máquina de cartão para o cliente, ele está, de certa forma, distribuindo o custo da conveniência do pagamento eletrônico.

Esta prática pode ser mais comum em pequenos negócios ou em situações específicas, onde as margens de lucro são apertadas.

A transparência é fundamental nesse processo: informar antecipadamente sobre a cobrança adicional pode ajudar a manter a confiança e a boa relação com os clientes.

Embora repassar as taxas para o cliente possa parecer uma solução para aliviar os encargos financeiros do comerciante, é importante ponderar as implicações dessa escolha. 

Clientes podem se sentir desencorajados a fazer compras maiores ou recorrer a estabelecimentos que absorvem essas taxas, oferecendo uma experiência de compra mais fluida.

Portanto, ao considerar essa opção, reflita sobre o perfil dos seus clientes e a competitividade do seu mercado para tomar a decisão mais alinhada aos objetivos do seu negócio.

Pode cobrar do cliente a taxa da maquininha?

Atualmente, a legislação brasileira permite que comerciantes repassem a taxa da maquininha para o cliente, mas é fundamental que essa cobrança seja feita de forma transparente.

Falamos mais profundamente, nesse artigo aqui.

Mas entenda que essa prática, conhecida como repasse da taxa de serviço, deve ser claramente informada ao consumidor antes da realização da compra para evitar mal-entendidos e garantir uma relação de confiança.

Ao optar por repassar as taxas da maquininha para o cliente, você deve considerar como isso pode afetar a percepção do seu negócio.

Embora possa parecer uma forma eficaz de reduzir custos operacionais, essa estratégia pode, em alguns casos, desencorajar clientes de realizar compras, especialmente se eles sentirem que estão sendo penalizados pela escolha de um método de pagamento específico.

A comunicação clara e honesta é a chave: sinalize de forma visível em seu estabelecimento ou site que taxas adicionais serão aplicadas em compras no cartão.

Por fim, ponderar os prós e contras de repassar essa taxa ao cliente é crucial.

Além da transparência na comunicação, considere a competitividade do seu mercado e as práticas comuns entre seus concorrentes.

Oferecer aos clientes uma experiência de compra positiva, sem surpresas no momento do pagamento, pode ser mais benéfico a longo prazo para a fidelização e a satisfação do cliente.

Avalie as necessidades e as expectativas dos seus clientes para tomar a decisão mais acertada para o seu negócio.

Além disso, escolha uma maquininha de cartão que ofereça taxas justas e baixas.

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O que diz a lei 13.455?

A Lei 13.455, sancionada em 26 de junho de 2017, legaliza a diferenciação de preços para bens e serviços quando pagos em dinheiro, cartão de débito ou crédito, permitindo assim que comerciantes possam cobrar valores distintos dependendo do meio de pagamento escolhido pelo consumidor.

Isso significa que, sob essa lei, o repasse das taxas das maquininhas de cartão para os clientes pode ser uma prática legal, desde que o cliente seja claramente informado sobre essa diferenciação de preços antes da efetivação da compra.

Essa flexibilidade permite que comerciantes possam gerenciar melhor os custos associados às transações por cartão, mas é crucial que haja transparência na comunicação dessas taxas para manter a confiança e a satisfação do consumidor.

Para mais informações detalhadas, você pode acessar o texto completo clicando aqui.

Como funcionam as taxas de máquina de cartão?

Quando você decide trazer uma maquininha de cartão para o seu negócio, entender as taxas envolvidas é crucial.

A taxa por transação é a primeira que você vai encontrar.

Cada vez que um cliente passa o cartão na sua maquininha, uma pequena porcentagem do valor da venda é destinada à operadora.

Pense nisso como o custo para facilitar a transação, garantindo que o dinheiro chegue de forma segura dá conta do cliente para a sua.

A seguir, temos a taxa de parcelamento.

Essa entra em jogo quando seu cliente escolhe parcelar a compra.

Neste caso, a taxa é um pouco mais alta, pois a operadora cobra uma taxa de cada parcela que o cliente fez. Essa taxa é uma forma de compensação pelo serviço de financiamento.

Falando em adiantamento, a taxa de antecipação é outro ponto importante.

Se você decidir receber o valor das vendas parceladas de forma antecipada, ao invés de esperar os pagamentos mensais, haverá uma taxa para isso.

Essa é a maneira das operadoras cobrirem os riscos e os custos associados a antecipar esses valores para você.

Por último, mas não menos importante, temos a taxa de aluguel da máquina. 

Historicamente, algumas empresas cobravam uma mensalidade pelo uso da maquininha. 

No entanto, esse modelo está se tornando cada vez mais raro.

Atualmente, é mais comum que você tenha a opção de comprar a máquina ou mantê-la em comodato, eliminando a taxa de aluguel.

Essa mudança reflete um esforço do mercado para tornar as maquininhas acessíveis a todos os tipos de negócio, independentemente do tamanho.

Cada taxa tem seu papel no ecossistema de pagamentos eletrônicos, garantindo que você possa oferecer flexibilidade de pagamento aos seus clientes, ao mesmo tempo em que mantém seu negócio financeiramente saudável.

Compreender essas taxas é o primeiro passo para você fazer uma escolha informada sobre qual maquininha se encaixa melhor no seu negócio, sem surpresas na hora de conferir o extrato.

Como saber quando se deve ou não cobrar a taxa da maquininha?

Decidir se deve ou não cobrar a taxa da maquininha dos seus clientes é uma questão de equilíbrio entre manter a competitividade do seu negócio e cobrir os custos operacionais. 

Primeiramente, avalie a prática do mercado em que você atua: seus concorrentes repassam essa taxa?

Se repassarem e você não, isso pode ser um diferencial competitivo a seu favor.

Por outro lado, se a prática for comum e aceita pelos consumidores, e não impactar negativamente as vendas, repassar a taxa pode ser uma maneira de preservar suas margens de lucro.

É crucial comunicar claramente qualquer cobrança extra aos seus clientes antes da conclusão da venda, para evitar surpresas desagradáveis e manter a transparência. 

Oferecer alternativas de pagamento sem taxas adicionais, como dinheiro ou transferência bancária, também pode ser uma boa estratégia para acomodar diferentes preferências dos clientes.

Posso afirmar que a decisão de repassar ou não a taxa da maquininha deve levar em conta o seu público-alvo, a estratégia competitiva do seu negócio e a clareza na comunicação com seus clientes.

Avalie cuidadosamente os prós e contras, sempre com o objetivo de oferecer o melhor serviço possível enquanto mantém a saúde financeira do seu negócio.

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